Pesquisa realizada pelo Datafolha (2017) mostrou que entre os brasileiros 63% querem reduzir o consumo de carne, 73% dos brasileiros se sentem mal informados
sobre a produção de carne, e 35% se preocupa com a saúde e consumo de carne.
Pela FAO, 2010 (Dietas Sustentáveis e Biodiversidade.): ” Dietas sustentáveis são aquelas com baixos impactos ambientais que contribuem para a segurança alimentar e nutricional e para uma vida saudável para as gerações presentes e futuras. As dietas sustentáveis são protetoras e respeitam a biodiversidade e os ecossistemas, culturalmente aceitáveis, acessíveis, economicamente justos e acessíveis; nutricionalmente adequado, seguro e saudável; enquanto otimiza recursos naturais e humanos.
E QUAIS OS BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE?
Organizações internacionais de renome como a American Heart Association (AHA), a Food and Drug Administration (FDA), o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), a Kids Health (Nemours Fundation), o College do Family and Consumer Sciences (University of
Georgia) e a ADA tem parecer favorável ao vegetarianismo. E apontam como benefícios:
– Os vegetarianos apresentam nível mais elevado de antioxidantes, demonstrando maior proteção a radicais livres
– Menor níveis de colesterol e maior prevenção de doenças cardiovasculares
– Impacto na na prevenção
SE VOCÊ ESTÁ REDUZINDO SEU CONSUMO …
FLEXITARIANISMO:
Flexitarianismo ou semivegetariano, na definição do dicionário de inglês Oxford, é aquele que segue dieta vegetariana na maior parte do tempo, mas que, ocasionalmente, come algum tipo de carne.
REDUCETARIANISMO:
É um movimento composto por indivíduos que estão comprometidos em comer menos carne – carne vermelha, aves e frutos do mar -, bem como menos laticínios e menos ovos, independentemente do grau ou motivação. Este conceito é atraente porque nem todos estão dispostos a seguir uma dieta de “tudo ou nada”
Famosa “Plant Based”?
A alimentação Plant based é o modelo alimentar que visa nos aproximar da natureza, com harmonia e respeito.
Foi introduzida pelo médico/professor emérito T. Collin Campbell do Nutritional
biochemistry at Cornell University em 2005 em seu livro “The China Study”. A mesma é centrada em plantas inteiras, não refinadas ou minimamente refinadas, sendo baseada em frutas, legumes, tubérculos, cereais integrais e legumes; e exclui ou minimiza carne, produtos lácteos e ovos, bem como alimentos altamente refinados, como farinha branca, açúcar refinado e óleo.
E QUEM NÃO COME CARNE?

Segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), “ Ser vegetariano significa não se alimentar de nenhum tipo de carne (vaca, frango, peixe, carneiro, avestruz, escargot, “frutos” do mar, entre outros) nem de produtos feitos com carne (presunto, salsicha, hambúrguer, salame, atum enlatado etc.). Ou seja, quem come qualquer tipo de carne, mesmo que ocasionalmente, não é vegetariano.”
Vegetariano estrito:
Aquele que exclui toda e qualquer carne de origem animal e também derivados de animais como mel, ovos, leites e derivados. Também considerado “vegano” pela alimentação
Vegano:
Aquele que exclui não só pela alimentação, mas também de uso pessoal qualquer produto ou subproduto de origem animal ou que faça teste em animais (inclui-se roupas, acessórios, maquiagem, bolsas, sapatos, produtos químicos, de cozinha etc)
O parecer da American Diabetes Association (ADA) considera ainda que a dieta vegetariana, apropriadamente planejada, é saudável, nutricionalmente adequada e promove benefícios à saúde, prevenindo doenças. Afirma que todos os elementos necessários para o crescimento e desenvolvimento saudável podem ser garantidos com uma dieta vegetariana estrita – exceto a vitamina B12, que deve ser obtida por meio de alimentos enriquecidos ou suplementos. Todas as demais orientações preconizadas para aquisição de nutrientes específicos são as mesmas nas dietas vegetarianas e onívoras
E você, tem dúvidas sobre essa alimentação? Diminuiu ou não come carne?

